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Pílulas da inteligência: os novos potenciadores do cérebro.

Conheça os remédios que prometem ajudar a estudar e trabalhar melhor. Com seus riscos e mitos. 

A cobrança por resultados em nossa carreira é cada vez maior. E nos perguntamos como podemos dar conta de tudo no período de 24 horas, considerando que precisamos todos os dias dormir, comer e exercer outras atividades fisiológicas.

Nos sobra pouco tempo ou será que não somos capazes de aproveitar esse tempo por falta de concentração ou lentidão do nosso cérebro?

Alguns estimulantes naturais, como a café, já fazem parte do nosso dia a dia e nos ajudam a melhorar nosso desempenho e concentração. Mas a ciência vem estudando soluções químicas mais potentes e revolucionárias, que prometem aumentar nosso QI, elevando nossa inteligência a um nível nunca antes imaginado. Será?

Modofinil

Conhecido como o “viagra do sono”, o Modofinil foi criado na década de 70 pelos franceses como estimulante para soldados. Sem efeitos colaterais graves, a droga permitia que uma pessoa estivesse 60 horas acordada, sem perda de funções cognitivas.

Os resultados positivos despertaram o interesse de outros cientístas de Cambridge que, em 2003, testaram a droga em 60 voluntários saudáveis e descansados. Assim, descobriram um efeito surpreendente: os voluntários tiveram melhoria de concentração e melhor resultado em testes cognitivos.

Logo o modafinil começou a ser comercializado pela farmacêutica Cephalon nos Estados Unidos como solução para quem está cansado e até como remédio para jet lag. Suas vendas se multiplicaram e bateram cifras de bilhões de dólares anuais. No Brasil, o remédio começou a ser vendido com nome comercial Stavigile, sob prescrição médica e indicação no combate à narcolepsia e apnéia do sono.

Apesar do sucesso, sobretudo entre estudantes e executivos, o modofinil ainda está sob estudo e seus efeitos colaterais do uso prolongado ainda são desconhecidos. A curto prazo, seu uso pode provocar dores de cabeça, insônia e alterações na pele. 

Ampaquinas 

Outra opção promissora que está dando muito o que falar são as Ampaquinas, compostos que atuam como neurotransmissores glutamato. Em outras palavras, ajudam na memória. No momento, ainda está em fase de testes e possui sua distribuição controlada. Está sendo estudado, principalmente, no combate ao Alzheimer e TDAH.

OptiMind

Na linha dos suplementos, existe o OptiMind, produto que mistura estimulantes, vitaminas e moléculas de proteínas, e promete aumentar a disposição e aprimorar a memória e a concentração.

Segundo uma recente pesquisa da Universidade de Cambridge, cientistas de diversos laboratórios estão trabalhando em mais de 600 drogas para distúrbios neurológicos. A maioria delas deverá ser reprovada pelos órgãos reguladores de saúde, mas é provável que muitas estejam em farmácias do mundo inteiro nos próximos anos.

Terapias alternativas

Na linha das terapias alternativas, uma solução mais segura e saudável é desenvolver o desempenho cognitivo através do exercício diário, conhecido como ginástica cerebral.

São jogos, exercícios cognitivos, dinâmicas de grupo e prática de cálculos que ativam o cérebro, treinando a agilidade de raciocínio, o foco e a memória.

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